sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

glitters

TITIO SAFADO

Eu não era nenhum santo. Mal tinha ficado maior de idade e já tinha uma boa experiência sexual. Meus vizinhos que o digam. Entretanto, na família eu era super discreto. Nem pensar em dar bandeira. Perto do final do ano, por questões de família, passei a dormir na casa de um primo meu. Assim, lenta e naturalmente nossa intimidade foi aumentando. Pude notar, entre banhos e mijadas, que ele tinha um pau lindo e que endurecia facilmente. Como não tinha coragem de me pronunciar, passei a usar shorts cada vez mais apertados atrás, deixando bem evidente os fartos gomos que possuo, acentuado ainda mais pela minha fina cintura. À noite, minha ousadia aumentava. Passei a dormir com um pijama curto, de malha, que ficava todo grudado no meu rabo. Deitava de bruços e até podia notar meu primo arrumando pretextos pra entrar no quarto onde eu estava hospedado. Fingia que estava dormindo e deixava a bunda super empinada. Numa noite, quando eu realmente estava adormecido, acordei com a porta do quarto se abrindo lentamente. Os passos pararam diante da beirada da cama. Pés iam e voltavam, indecisos. De repente, uma mão começou a alisar minhas coxas e a subir lentamente pelas minhas nádegas. No mesmo instante que aqueles dedos se afastavam da minha pele, sentia uma respiração pesada quebrando o silêncio do quarto. Assim, cada vez que aquela palma vinha de encontro às minhas pernas, eu relaxava minhas ancas esperando uma invasão mais ousada. Na terceira alisada, ouvi uma luz se acendendo no corredor e não mais de que alguns segundos depois, os passos saíram apressadamente. De canto de olho tive uma grande surpresa: era meu tio e não meu primo que saíra do quarto! Fique assustado na hora e jurei a mim mesmo que não faria nada. Notei na manhã seguinte, um sábado, que titio estava me olhando de um jeito diferente. Quando notava privacidade, segurava o pau com a mão e olhava fixo nos meus olhos. Chegou até a me dar uma encoxada na entrada do corredor, mas sem falar absolutamente nada. Na noite seguinte, repeti o ritual do pijaminha azul. Entretanto deixei o short mais abaixado que o normal, de modo que aparecia o início do meu rego. No meio da noite, como previsto, senti novamente uma mão me alisando e cutucando um dedo grosso no meu rego à mostra. Sem pressa, titio foi abaixando o pijama e seus dedos foram substituídos por uma boca molhada e quente. Eu fingia dormir, mas não dava mais para disfarçar minha respiração também. De repente, senti seus dedos abrirem minhas bandas e uma língua maravilhosa foi enterrada no meu cu. Não consegui evitar um gemido. Irresistivelmente, meu anelzinho começou a piscar freneticamente. Titio passou a alternar as linguadas com dedadas. Facilmente, meu toba começou a agasalhar seu anular e indicador, juntos. Ninguém precisava esconder mais nada de ninguém. Eu mesmo, ainda de costas, arranquei meu pijama. Meu tio se afastou e fechou a porta do meu quarto. Voltou, acendeu o abajur e disse carinhosamente: “deixa eu ver essa bunda linda!” Mal terminou a frase e enterrou a cara por entre meu rabo, fazendo seu nariz se perder no meu rego. Eu sabia que viria na próxima investida. Assim, coloquei um travesseiro embaixo da minha barriga e abri um pouco as pernas. Titio se deitou sobre mim. Circundou meus ombros com as mãos e começo lentamente a enfiar a pica na minha bunda. Minha vontade era tanta, que foi minha vez de quebrar o silêncio: “enfia… tudo!” Empurrei minha cintura pra trás e pude sentir aquela fisgada gostosa que só quem deu o cu sabe. O pinto dele entrou gostoso, inteiro. Já sentia suas bolas esmagando minhas poupas. Seus lábios encostaram no meu ouvido: “não posso demorar querido, vira de frente pra eu gozar!” Que dó sentir aquele pinto saindo de mim, mas obedeci na hora. Assim que me virei, meu tio enfiou o cacete na minha boca. Que delicia. Era a primeira vez que chupava uma rola saída do meu cu e foi muito bom. Mal dei a terceira bocada e pude sentir uma golfada quente no céu da minha boca, quase que me engasgando. Bebi tudo e deixei seu pau lisinho e limpinho. Sem falar mais nada, ele saiu rapidamente, indo direto para o banheiro. Antes mesmo dele voltar para minha tia, encharquei o lençol de porra numa punheta furiosa. Ele me comeu, nesse mesmo esquema, mais algumas vezes, sendo que a partir daquela noite eu passara a dormir de bunda de fora. Em tempo, meu primo também me comeu depois. Mas isso já uma outra história

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

DOMINADA POR ESTRANHOS


O que vou contar aqui aconteceu há uns anos, quando estudava fora, meu nome é Gabryela, morava com uma colega de curso, eu sempre gostei de ser humilhada e maltratada, mais levou algum tempo pra ela notar isso, mais quando notou tirou toda a vantagem que ela podia, virei sua escrava em tempo integral, só em publico é que ela não me maltratava tanto. Moramos três anos juntas, nesse período me diverti e sofri muito. Sempre fui sua empregadinha, dava até banho nela, quando fazia algo que ela não gostava, era severamente castigada. Depois que ela transava com seu namorado eu era obrigada a chupar sua buceta pra deixa-la bem limpa, eu ficava com um pouco de nojo de tirar aquela porra lá de dentro com a boca, mais era obrigada. Houve uma vez em que ela disse que iria colocar outra pessoa pra me dominar junto com ela, fiquei com um pouco de receio de me expor muito, mais topei. Um sábado à tarde eu estava em casa com ela, quando tocou a campainha, ela 
atendeu a porta, veio até mim com uma venda nas mãos, disse que haviam pessoas ali com ela que iriam me dominar, eu deveria ficar pelada de pé com os olhos vendados e bem quieta. Levei um susto muito grande com a surpresa, mais fiz o que me foi mandado, fiquei ali de pé toda pelada e vendada, as pessoas entraram acho que deveria ser umas três pessoas, dois homens e uma mulher, fora minha Dona, elas ficavam falando e rindo da minha cara, dizendo que eu era uma idiota em ficar daquela forma, que eu era uma puta e riam muito. Eu me senti muito humilhada com aquilo tudo, fiquei preocupada, quem eram aquelas pessoas, será que era alguém do meu curso, embora eu não reconhecia as vozes. Apesar de tudo eu estava adorando aquilo tudo. Depois fui arrastada pelos cabelos até o centro da sala e me colocaram de quatro, passaram algo gelado na minha bunda e enfiaram um plug bem grosso no meu cù, minha Dona me disse que eu deveria ficar como uma mesa pra eles me usarem, fiquei um bom tempo dessa forma, eles tomando cerveja, falando muito, colocando os copos gelados nas minhas costas, às vezes me davam tapas na bunda e na cara para eu ficar quieta. Um bom tempo depois eles já estavam bem alegres, começaram a se beijar e a transar, sentando em mim, às vezes sentia as estocadas que o homem dava na mulher que estava deitada nas minhas costas, eu estava com as mãos e os joelhos doendo muito não pude agüentar mais e acabei desabando no chão. Isso despertou a ira dos quatro que começaram a me bater, me colocaram de pé e alguém me penetrou bem forte na buceta, o outro homem me pegou por trás, tirou o plug do meu cu e enfiou seu pau com tudo dentro de mim, o plug ficou tanto dentro de mim me deixou toda arrombada e eu nem senti tanto os dois paus me detonado. A mulher que estava sozinha começou a me chamar de puta, dizendo que eu estava com dois paus e ela sem nenhum. Neste momento eu levei um tapa na cara muito forte, depois outro e outro, cada um mais forte que o outro, só não fui ao chão porque os dois que estavam me comendo me seguraram. Só depois de uns dez tapas e que eu parei de apanhar. A mulher voltou a gritar dizendo “eu vou fude essa puta”. Fui colocada de quatro, minha Rainha me falou o que iria acontecer:com um pênis de borracha com duas pontas, iriam colocar no meu cu uma ponta, a outra ponta seria colocado no cu da outra mulher. Eu que já estava de quatro senti as pernas da outra esbarrando nas minhas enquanto ela ficava de quatro, depois aquele pênis artificial sendo colocado dentro de mim, entrou fácil, já estava bem dilatado. Logo depois aquela desconhecida começou a chegar a bunda pra trás, o pênis foi entrando cada vez mais dentro de mim, fui um pouco pra frente pra tentar me preservar, nisso levei um tapa na cara e alguém me dizendo que era pra não sair do lugar, tentei fechar o cú mais ele estava muito arrombado, a mulher chegando cada vez mais pra trás e cada vez mais forte, iniciando um vai-vem muito rápido, aquele pênis devia ter uns 40 cm e estava quase todo dentro do meu cu, pouco depois surgiu uma dor dentro de mim, minha barriga toda doía e a mulher me estocando , não pude fazer nada, não agüentando mais, cai de bruços. Com isso e mulher sentou em cima da minha bunda e começou a se remexer dando gargalhadas, com ela todos riram também. Me viraram e mandara que ficasse com a boca aberta, começaram a cuspir dentro dela, todos, eu acho, logo depois os dois gozaram dentro da minha boca, mandaram que eu gargarejasse toda aquela saliva com porra e eu fiz, todos riam muito da minha situação, com a cara ardendo dos tapas, um pênis de borracha dilatando meu cu e gargarejando aquela porcaria toda. Antes de irem embora ainda me deram uns tapas dizendo que eu era a escrava mais imbecil que eles já viram. Minha Dona nunca me contou quem eram aquelas pessoas, sempre que saio na rua fico com vergonha de serem pessoas com quem eu tenho contato. Adoraria manter contato com pessoas que curtam SM.

                    

BOM DIA

Bom Dia - Recados e Imagens (11477)

PAI E FILHO



 Após 17 anos de casamento e um filho, minha esposa me deixou. Sempre foi uma mulher ausente na casa, no nosso casamento e na educação do nosso filho Tiago. Sua preocupação maior sempre foi a carreira e os compromissos com amigos do trabalho. Devido ao meu amor e ao nosso filho, sustentei nossa relação todos esses anos. Nos dois últimos anos, a relação dela comigo e com o filho foi-se tornando cada vez mais insustentável. Há alguns meses, ela nos comunicou que se separaria de nós e que viveria com o dono da empresa na qual trabalha, pois isso seria muito bom para a sua carreira. No entanto, exigiu que nosso apartamento fosse vendido e dividido em duas partes, pos ela tinha planos para o dinheiro que receberia. E determinou que o Tiago viveria comigo, pois não tinha como levar um filho adolescente para viver com seu novo marido. Apesar do choque, até meu filho achou que a separação era a melhor solução, uma vez que confirmava o que não gostávamos de aceitar, ou seja, que nós dois não tínhamos importância para ela.
A maior surpresa foi quando, no dia seguinte, o gerente de uma imobiliária me ligou dizendo que precisava de meus documentos pessoais, pois a venda do apartamento estava certa. Por instantes, fiquei mudo, surpreso, pois minha mulher já havia planejado tudo antes de nos comunicar sua decisão. O gerente da imobiliária ainda disse que sabia que eu e meu filho precisaríamos de um novo apartamento e ofereceu-me algumas opções. No entanto, por não ter dinheiro guardado, a única quantia de que eu dispunha era justamente a minha parte na venda do apartamento. Ele então me ofereceu uma quitinete muito bem localizada próxima à Av. Paulista e à Consolação, em São Paulo, próximo a tudo de que precisaríamos. Como a venda do apartamento estava decidida e precisássemos mudar logo e arranjar outro lugar, sem muito pensar aceitei a proposta do gerente e marquei naquela mesma tarde de levar-lhe as xérox dos meus documentos e ir ver a quitinete.
Realmente a quitinete fica numa excelente localização, privilegiada mesmo! Embora muito pequena, era o suficiente para meu filho e eu recomeçarmos nossas vidas até arranjarmos algo melhor, com mais privacidade pra ambos, uma vez que meu filho sempre teve seu próprio quarto, com espaço para todas as suas coisas. A quitinete é muito pequena e, para nossa tranqüilidade, estava mobiliada de forma a maximizar o pequeno espaço. À entrada, à esquerda, um grande guarda-roupa com dois corpos, um de cada lado da cama de casal, acima da qual portas de armários aproveitava bem o vão. Logo em seguida, no centro da outra metade da quitinete, uma mesa com quatro cadeiras. Por toda a extensão da quitinete, próximo ao teto, armários e prateleiras aproveitavam cada espaço. No chão, encostados às paredes livres, mais armários. Tudo muito bem planejado, perfeito para nossos livros, cds, dvds e tantos outros objetos de decoração, porta-retratos e lembranças de viagens. E ainda, entre os armários do chão e do alto das paredes, havia vãos para alguns quadros. Ao fundo, à esquerda, algo que poderia ser chamado de cozinha, aberta, pequena e funcional, com uma pequena parede separando o fogão com coifa da máquina de lavar encimada por uma secadora de roupas; à direita, um minúsculo banheiro com pai, privada, armário para produtos de limpeza e um pequeno box de vidro transparente. O banheiro, apesar de não ser aberto como a cozinha, não tinha porta, pois não tinha como abrir uma nem para dentro nem para fora, devido ao pequeno espaço. Foi o único ponto negativo que vi no planejamento da quitinete, habitada anteriormente por um homem solteiro e que não viu necessidade da porta no banheiro. O negócio foi fechado no dia seguinte e no final de semana meu filho Tiago e eu já estávamos morando lá, tendo, no entanto, de nos desfazer de muitas coisas que não cabiam na quitinete.
Quando levei meu filho para ver nosso novo lar, foi visível sua decepção. Sair de um bom e espaçoso apartamento para aquele “apertamento”, como ele disse. Viu problema em tudo: não teria uma cama só para ele, tendo de dormir na mesma cama comigo; sua parte do guarda-roupa era insuficente para suas roupas; a cozinha mal dava para se movimentar; o banheiro sem porta e sem privacidade... chegou a xingar a mãe e começou a chorar. Abracei meu filho e disse-lhe que aquilo era provisório... assim que fosse possível, nos mudaríamos para uma apartamento maior, onde ele teria muito espaço para si. Falei-lhe também que para mim não estava sendo fácil, mas que não havia melhor solução no momento do que essa. Ele parou de chorar e começamos a arrumar nossas coisas trazidas para nosso novo lar.
O começo foi difícil e procuramos preservar nossa privacidade individual ao máximo. O pior era na hora de ir ao banheiro, pois não só poderíamos ser vistos sentados na privada, mas, o mais desagradável, ser ouvidos na hora de defecar ou de soltarmos os gazes. Tanto eu quanto o Tiago fazíamos o máximo para não sermos ouvidos, embora não fosse fácil. Descobri logo o primeiro dia que da cama era possível ter uma visão total do box e, portanto, de quem estava tomando banho. Conversamos logo nos primeiros dias sobre isso e que teríamos de nos adaptar bem à nova realidade. No início, andávamos de cueca pela casa; banho? sempre de costas para a abertura destina à porta; saíamos do banho enrolados em toalha e colocávamos a cueca ainda com a toalha presa à cintura. Não estávamos acostumados à nudez na frente um do outro. Lembrei-me, então, que quando pequeno, no clube que freqüentávamos, meu pai dizia que homem não precisa ter vergonha de homem; por isso, no vestiário, os homens tomavam banho em chuveiros sem box ou divisões. Comentei isso com meu filho e que seria inevitável, em algum momento, nos vermos nus. Na mesma noite dessa conversa, ainda na primeira semana em que estávamos na nova casa, tomei meu banho sem me preocupar em virar de costas para o espaço de entrada do banheiro. Olhando para meu filho deitado na cama vendo televisão, notei várias vezes que ele olhava para mim e que desviava os olhos quando eu o olhava. Saí do banho, me enxuguei e fui sentar na cama nu, enxugando os cabelos com a toalha. Perguntei a meu filho se ele não iria tomar banho; ele nada disse, apenas levantou-se, tirou a cueca na minha frente e foi para o banho. Pronto! Havíamos superado uma barreira entre nós. Quando ele saiu do banho, eu estava ainda nu recostado à cama vendo televisão e ele veio nu se enxugando; perguntei-lhe se ele não se sentia melhor e mais à vontade conosco assim, nus, sem vergonha. Ele sorriu e disse que era legal sim mas que ainda precisava se acostumar mais. Eu lhe respondi que eu também precisava e que isso se daria com o tempo. Ficamos recostados na cama vendo tevê até dormirmos, sem nos incomodarmos com nossa nudez.
Já havia reparado que meu filho, assim como eu, acordávamos com nossos paus duros, a famosa ereção matinal. Na primeira semana, como dormíamos usando cueca, só dava para ver o pau duro marcando a cueca. Nada comentávamos, para um não constranger o outro. Agora, dormindo nus, era impossível não percebermos nossos paus duríssimos e meio que pulsando a cada manhã. Houve uma manhã em que acordamos virados um para ou outro e nossos paus duros se tocaram. Sem saber o que fazer ou dizer, nos olhamos e começamos a rir. A ereção espontânea, por ser natural nos homens e por sermos apenas nós dois em casa, passou a acontecer sem qualquer inibição de nossa parte. Estávamos experimentando uma liberdade que nunca antes tivemos, o que também estreitava nossa relação de pai e filho. O Tiago me disse, inclusive, que agora estava curtindo muito mais viver naquele “apertamento” do que no antigo, além de haver muito mais tranqüilidade vivendo ali apenas nós dois.
Duas semanas depois, em dois dias seguidos, houve a instalação do telefone com internet banda larga e a tevê por assinatura, transferida do antigo apartamento.
Quando cheguei em casa à noite, no mesmo dia em que instalaram a internet, encontrei meu filho na cama com o notebook nas pernas. Ele tentou disfarçar, mas era evidente sua excitação, devido à seu pau que estava melado. Eu sorri – provavelmente um sorriso que o fez compreender que eu sabia o que ele fazia – e apenas lhe perguntei se a internet estava funcionando legal. Ele disse que sim e eu lhe disse que ele podia ficar à vontade, continuando que estava vendo. Deixei-o na cama com o notebook, tomei um banho e, nu, fui fazer nosso jantar. Olhando o Tiago de vez em quando, percebia-o alisando levemente seu pau, que pulsava de tempos em tempos.
Chegada a tevê por assinatura, de madrugada acordei com insônia. Procurava não me mexer muito para não incomodar o Tiago; mas o sono não vinha e resolvi ligar a tevê. Fui procurando alguma coisa interessante para assistir e nada encontrei. De canal em canal, parei no SexyHot e fiquei assitindo, com o volume quase no mínimo a fim de não acordar o meu filho, mesmo pq nesses filmes não há necessidade muito de som, por inexistirem diálogos inteligíveis, somente gemidos (rsrsrsrsrsrs), que mesmo com o som bem baixo eu podia ouvir. Passei a alisar minha rola endurecida, bem discretamente. Após um bom tempo assistindo às cenas que se sucediam – tempo esse que não sei precisar quanto –, meu filho acordou e viu o que eu estava assistindo. Ergui levemente a perna para que ele não visse meu pau melado e ele sentou-se na cama; num instante seu pau estava duro. Perguntou-me que filme era aquele e eu disse que nem sabia o título, que estava mais interessado nas cenas. Ficamos comentando cada ação, cada chupada de rola pelas mulheres, pelas lambidas nas xanas que os caras davam, as penetrações sempre por paus enormes e o gozo, invariavelmente na cara e boca das mulheres. Perguntei a meu filho se ele já havia feito algo semelhante e ele me disse que não. Aí me perguntou se eu já havia feito. Eu disse que sim. Ele quis saber se a mãe dele fazia tudo aquilo. Fui obrigado  contar-lhe que não. E lhe disse que, na verdade, havia anos que sua mãe não mantinha relações comigo, alegando sempre estar cansada e indisposta. “E como você fazia?!!!”, perguntou-me surpreso o meu filho. Eu dei um sorriso amarelado e lhe disse: “Por que você pensa que eu assinei esses canais de sexo e passava horas na internet?!” Ele então me disse que não sabia como eu aguentara a mãe dele tantos anos, se ele, o filho, não conseguia faze-lo. “Vamos voltar ao filme que é melhor e mais prazeiroso”, disse-lhe eu, rindo. Com naturalidade, peguei no meu pau e comecei a me masturbar, vendo o filme. Meu filho, vendo-me com o pau na mão, começou a bater punheta também. Na cena em que o homem gozou na cara da mulher, o Tiago deu um gemido, que me fez olha-lo, e ejaculou forte na barriga, peito, pescoço e rosto voando dois jatos acima de sua cabeça, que escorreram pelos livros que estavam na cabaceira da cama. “Porra, filho, que esporrada homérica!!!!!”, comentei eu rindo e gozando em seguida sobre meu peito e barriga. Espalhando minha porra pelo meu corpo, relaxei e acabei dormindo. Acordei no dia seguinte com a porra seca em meu corpo. Olhei para meu filho e vi sua porra também seca por todo seu corpo, pescoço e rosto. Ele também devia ter dormido em seguida após o gozo.
Depois dessa noite, acabaram-se várias barreiras entre nós. Sabíamos que ambos curtíamos sacanagem seja na internet, seja na teve. Assim, quando um estava vendo ou tecendo sacanagem na internet, o outro ou ficava vendo junto ou assistia a um filme pornô. Meu filho preferia ver sites com fotos e vídeos pornográficos; eu preferia bate papo sobre sacanagem, às vezes com mulheres, às vezes com homens que curtem falar sobre suas mulheres. Passamos a assistir juntos os filmes do canal adulto, sempre batendo e comentando as cenas, gemendo em algumas muito tesudas. O Tiago, devido aos hormônios e à idade, gozava várias vezes durante o filme, como eu também gozava quando tinha a sua idade. Agora, só consigo uma três vezes, reduzindo a cada uma a quantidade de porra. Ele, porém, mesmo diminuindo a cada esporrada, nas cinco ou seis gozadas ainda soltava jatos fortes e abundantes. As duas primeiras sempre voavam acima de sua cabeça, melando os livros que ficavam atrás de nós. Já havia um rolo de papel toalha por perto para limpar, mas percebi que alguns estavam ficando manchados. Por isso, pedi a ele que ao invés de gozar diretamente para cima de si, desviasse um pouco para na cair nos livros. Na próxima vez em que estávamos nos masturbando, dessa vez vendo juntos um site na internet, ele se excitou tanto com uma foto que não conseguiu controlar o gozo, mas lembrou-se do meu pedido. Desviou um pouco o pau para o meu lado e esporrou. Como eu estava muito próximo a ele, seus jatos atingiram-me cm força parte da barriga, peito, pescoço, cara, cabelos e... boca. Fingi que não havia gostado e cuspi um pouco... ele olhou-me quando terminou de gozar e tirou o maior sarro da minha cara. Rimos muito do acontecido. Mas uma coisa mexeu comigo: o gosto da porra suave e adocicada do Tiago, muito diferente da minha, que eu já havia experimentado algumas vezes. Assim, nas outras vezes, quando ele ia gozar, dizia para mim: “Segura aí, pai!”... e esporrava com vontade em cima de mim. Ambos percebemos, sem nada dizer, que eu estava gostando quando sua porra entrava na minha boca. Eu já não cuspia e a engolia, lambendo os lábios. A cada dia, estávamos mais próximos e mais íntimos. Parecia mesmo que nossa intimidade proporcionada pela quitinete fazia com que o limite de um corpo fosse o corpo do outro.
Certa noite, após meu filho esporrar forte em cima de mim e, como sempre, um pouco de seu leite jovem entrar em minha boca, eu passei o dedo várias vezes pela porra em meu peito e engoli. Vendo isso, meu filho me disse que se eu quisesse mais, ele poderia, na próxima gozada, faze-lo diretamente em minha boca. E de fato assim se deu. Quando ele foi gozar pela segunda vez, ajoelhou-se ao meu lado na cama e direcionou o jato de seu leite para a minha boca aberta, sem, no entanto, toca-la. Engoli tudo muito satisfeito. Na noite seguinte, fez a mesma coisa, mas como ficasse um pouco de porra pendurada em seu pau, com a ponta da língua toquei a cabeça da rola do meu filho recolhendo o que ali estava. Ele comentou, sorrindo: “Guloso! Não quer perder nada!”. Ainda saboreando o néctar dado por meu filho, limitei-me a sorrir. Ele apertou bem o pau e saiu mais um pouco de porra, a qual, aproximando seu pau da minha boca, ofereceu-me. Fiz um biquinho com os lábios e envolvi a ponta da cabeça da rola do meu filho, sugando tudo o que havia dentro. Eu nunca havia tocado antes com a boca o pau de outro cara, apenas a cabeça da minha, quando adolescente, numa muito difícil tentativa de autofelação. Adorei a sensação e pelo gemido que meu filho deu, senti que ele também havia gostado demais. Ainda com a ponta da cabeça do meu filho entre meus lábios, gozei abundantemente em meu peito e barriga. Fui tomar banho em seguida e, para minha satisfação e surpresa, meu filho me seguiu e entrou no box comigo, mantendo sua vara dura o tempo todo. Ele não me disse nada, mas eu pressentia a razão dele vir atrás de mim. Ajoelhei-me à sua frente e abocanhei sua pica enorme, dura e deliciosa e mamei com vontade, a vontade com que eu queria ter sido a vida toda mamado pela minha esposa, sem que ela me satisfizesse. Recostado à parede, naquele cubículo de vidro, chupei o Tiago de forma a faze-lo remexer-se e gemer incontrolavelmente. Mais um jato de sua porra juvenil invadiu minha boca, para meu deleite. Após recuperar a respiração, ele me disse que eu chupava com tanta vontade que ele ficara com vontade de experimentar mamar uma rola também. Recostei-me à parede, segurei meu pau e ofereci-lhe. Ele aceitou o convite na hora e me mamou longamente debaixo do chuveiro. Eu esperara tanto tempo que minha ex-mulher me proporcionasse esse prazer e agora quem o fazia era seu próprio filho. Que ironia do destino. A mãe recusara minha rola, mas meu filho se deliciava com ela. Segurei o gozo várias vezes para aproveitar ao máximo aquele momento, que eu não sabia se seria o único. Quando, enfim, ele me pediu para lhe dar o meu leite, gozei em sua boca com muita vontade. O Tiago não cuspiu nada, engolindo toda minha gala. Levantando-se, abraçou-me dizendo que havia adorado a experiência de mamar uma rola grande e grossa como a minha. O 69 que fizemos durante boa parte da noite confirmou que ambos havíamos descoberto uma nova fonte de prazer e de intimidade entre nós.
Durante os próximos dias nos chupamos muitas e muitas vezes, deleitando-nos com nossas porras quentes. O estranho era que, embora ambos gostássemos de mulher e tivéssemos atitudes viris, a relação homo-incestuosa que vivíamos não nos causava dramas de consciência nem de identidade sexual. Continuamos a ver os filmes heteros com o mesmo prazer, porém agora também procurávamos material homoerótico para descobrir novas formas de prazer, uma vez que havíamos passado dos limites normais de relação entre pai e filho. Numa dessas noites, após gozarmos 2 vezes na boca um do outro, deitamos lado a lado, ele de costas para mim, achegando-se carinhosamente, numa posição que nunca fizéramos. Encostei meu pau em sua bunda e o abracei. Ficamos assim, abraçadinhos, e começamos a conversar sobre o que estava acontecendo entre nós e o prazer que isso nos proporcionava. Lembrei-lhe que a poucas semanas ele ficara muito indignado com o tamanho da quitinete, ao que ele me respondeu que hoje não trocaria nosso cantinho por nada desse mundo, por maior e mais luxuoso que fosse, pois fora aquele “apertamento” (e riu ao dizer essa palavra) que nos unira dessa maneira. Conforme fomos conversando sobre o que fazíamos, o que sentíamos, o sabor do pau e da porra, Tiago começou a esfregar-se com a bunda em meu pau, que correspondeu àquele roçar e voltou a ficar duro. Meu pau começou a babar e melar a bunda do meu filho, que, colocando sua mão para trás, encaixou minha pica na entrada do seu cuzinho. Eu não acreditava que outra coisa que sua mãe sempre me negara ele estava a fim de me proporcionar: sexo anal. Comecei a beijar-lhe, lamber-lhe e mordiscar-lhe o pescoço e as orelhas, fazendo-o gemer e intensificar o movimento de sua bunda em meu pau. Este, babando, foi lubrificando e entrando devagar no cu do meu filho, que me pedia gemendo e arfando que lhe fodesse o cu. Aquelas palavras pornográficas, que ele repetia com certeza de filmes pornôs que havia assistido, me deixaram doido de tesão. Assim que consegui meter toda minha vara no cu do Tiago, virei-o de bruços na caça e soquei repetidamente, fodendo-o por todos os anos que quis foder o cu de sua mãe e ela me recusou. Ele quase gritava de prazer e erguia a bunda carnuda para que eu fosse ainda mais fundo dentro de suas entranhas. Quando gozei, senti que, apesar de haver já gozado duas vezes, o tesão fez com que muita porra jorrasse dentro do cu do meu filho. Tiago gozou nos lençóis, sem por as mãos, apenas roçando seu pau na cama, assim que me ouviu dizer que estava gozando e sentiu meu pau pulsar repetidamente em seu cu, despejando dentro a porra paterna. Sem tirar meu pau de dentro do meu filho, rolamos para o lado, voltando à posição que estávamos antes. Recuperando nossas respirações, voltamos  conversar sobre nós e sobre essa experiência de sexo anal. Eu lhe disse, então, o que vinha pensando a dias: que sua mãe me negara o prazer do sexo anal e oral e, raramente aceitava o vaginal; que eu nunca imaginara na minha vida que quem me proporcionaria o prazer que sempre desejei seria um homem, que esse homem seria meu filho, o filho da mulher que mo negara. Ele me apertou os braços e me puxou mais para perto de si, como a querer dizer-me algo. Depois de muito tempo conversando assim abraçadinhos, com meu pau dentro dele, adormecemos.
Acordei na manhã seguinte na mesma posição da madrugada anterior. Tão juntinhos ficamos que meu pau mesmo mole estava dentro do meu filho. Embora tenha endurecido, não quis foder o cu do Tiago enquanto ele dormia tão profundamente. Tirei meu pau de dentro do cu do meu filho lentamente e levantei-me. Tomei meu banho e me preparei para sair. Achei que o Tiago podia faltar um dia à escola e repousar esse dia, por isso não o acordei. Estava pronto para sair, quando meu filho acordou e me chamou. Sentei-me à beira da cara, a seu lado, acariciando-lhe o jovem e lindo rosto ainda imberbe. Ele me disse que antes de dormir, enquanto eu ressonava já adormecido e abraçado a ele, pensara muito no que eu lhe havia dito sobre a relação frustrada com sua mãe, a qual jamais lhe dera o amor que ele queria e merecia. Erguendo-se um pouco da cama e olhando-me nos olhos, Tiago disse que, embora não fosse minha mulher, desejava me compensar por tudo o que sua mãe me negara. Dizendo isso, colocou seus braços em volta do meu pescoço e aproximou seus lábios dos meus. Um beijo. O primeiro beijo. Sinal de uma intimidade fruto de amor. Um beijo inicialmente suave. Tímido. Que foi se intensificando. Meu braços envolveram meu filho. Nossas bocas se abriram. As línguas se tocaram. Explodimos em amor e desejo. Sentimos ambos que a partir daquele momento éramos totalmente um do outro, para sempre. Arranquei minhas roupas e deitei-me novamente com meu filho, beijando-o voluptuosamente, nossos corpos fundindo-se num só. O mundo parou naquela manhã para ver o nosso amor.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

eu e meu primo




Ola amigos, o que vou relatar agora realmente aconteceu comigo e um amigo...eu e ele estavamos na adolecencia eu deveria ter de 13 pra 15 anos e ele deveria ser um ou dois anos mais velho do que eu...eu frenquentava uma igreja aonde o pai de Ricardo meu amigo era zelador e morava numa casa nos fundos da igreja, nao sei ao certo como comecou, mas eu e ricardo sempre estavamos juntos, jogando bola, vendo filmes pornos, vendo revistas de mulher pelada, coisas que adolecentes da nossa idade fazem, ate que um dia depois da igreja eu chamei ricardo pra almocar na minha casa ele falou que sim e que iria perguntar pros pais dele se podia, os pais dele deixaram e ele foi no carro comigo e meus pais...chegamos em casa, fomos jogar video game, depois almocamos e meus pais foram deitar, ficou so eu e ricardo no meu quarto assistindo tv, foi quando ricardo comecou a passar a mao na minha bunda, na hora eu nao falei nada, eu estava ate gostando, mas a coisa foi que esquentando e ricardo mandava eu sentar no colo dele e ficamos assim sem meio o que fazer pois nunca tinhamos transando nem com homem e nem com mulher, ficamos assim a tarde toda ate que chegou a hora de tomar banho pra pode ir na igreja a noite e fomos tomar banho juntos, meu pai nao gostou muito, so no outro dia que ele veio falar comigo, mas no banho eu alisei ricardo todo que mesmo com seus 16, 17 anos tinha um pau grande e grosso e meio torto, ele passou sabao em todinho e ficou alisando minha bunda, eu a mando dele lavei seu pau bem lavadinho e foi so.

Bom os dias se passaram e eu e ricardo sempre andavamos juntos, brincavamos de pique-esconde e sempre eu e ele escondiamos juntos sempre ricardo atras de mim encostando seu pau na minha bunda, iamos em acampamentos e ele dormia na barraca junto comigo e sempre ficamos nos relando, nao tinhamos muita nossa do que poderiamos fazer mais um com o outro...mas a coisa a cada dia estava esquentando e nossa conseiencia foi pesando pois na nossa cabeca era errado dois meninos transarem, ate que um dia saimos escondido da igreja e fomos pra casa dele...

ficamos nos pegando ate que ele me colocou deitado de bunda pra cima na cama dele e ficou fazendo movimentos em cima de mim ate que senti algo molhado no meu cuzinho, eu me assustei e fiquei ate bravo com ele pensando que ele tinha cuspido no meu cuzinho, so depois vim saber que era aquela aguinha que sai do pau quando estamos com tesao. Desse dia em diante ricardo comecou a querer mais e numa de nossas escapadas pra sua casa ele me pediu pra eu eu chupasse seu pau...fiquei gelado na hora mas a vontade falou maior e chupei ricardo pela primira vez, ele tb me chupou mas era eu quem chupava pais, so que nao abria a cabeca pra fora n, so chupava por cima, ate um dia que ia ter um show na minha cidade nao sei de quem e eu tava sem grana pra ir, ricardo falou que me dava a metade se eu chupasse a cabeca do seu pau...depois de alguns minutos tava la eu chupando a cabeca do pau de ricardo e ate o masturbei, foi uma delicia, desse dia em diante eu sempre chupava ricardo.

Bom, mas nossa consiencia pesava a cada dia e falamos que iriamos parar com tudo pois teriamos que comer era as meninas, pra resumir um pouco, os anos se passaram e eu me casei com 24 anos e ricardo nessa epoca estava morando em outro pais, crescemos ficamos adultos e ricardo ficou uns 8 anos morando fora, ate me separei e me casei de novo, ricardo ja tinha voltado pra minha cidade mas nao mais a mesma ligacao, sempre nos viamos em festas mas nao converssavamos muito, ricardo tb se casou e foi numa festa de casamento da irma de um amigo nosso em comum que conversamos mais...cheguei na festa ja n tinha mais lugar pra sentar ai chamei minha esposa pra sentar com ricardo e sua esposa, perguntei pra ele se tinha problemadesentar com eles e ele disse que n...ai conversa vai conversa vem as nossas mulheres ja estavam bem entrosadas, ricardo me contanto sobre suas aventuras em outro pais, e bebida vai bebida vem ja estavamos bem a vontade um com o outro...foi entao que tocamos no assunto da adolecencia, as duas nem dava moral pra nosdois, estavam na maior das fofocas...eu falei...ricardo vc lembra das nossas brincadeiras de quando eramos adolecentes? ele disse que sim e que fossemos mais experientes naquela epoca muita coisa tinha acontecido...eu concordei com ele e ficamos relembrando tudo...meu pau estava duro e pensei comigo sera que o de ricardo tb ta ? foi ai que ir mais alem, como ele estava do meu lado passei a mao por debaixo da mesa e fui em direcao ao pau dele bem discretamente...peguei e vi que ele tb estava de pau duro...ele me olhou comum olhar meio de espanto...eu falei...eu tb to desse jeito so de lembrar das nossas aventuras...ai foi ele que veio com a mao e pegou no meu pau...o nosso tesao subiu na hora...eu falei pra ele que ia no banheiro e ele veio junto...chegamos no banheiro e ficamos meio sem graca, mas ele deu a ideia de entramos numa das portas que fica o vaso...entramos e fechamos a porta...ricardo tira o pau pra fora e eu pego naquele pau ainda maior e ainda mais grosso e que continuava torto, peguei e comecei a chupar, nossa que delicia sentir aquela pica na minha boca de novo foi uma delicia...

Só que nao podiamos ficar ali muito tempo...logo voltamos pra nossa mesa...e ficamos assim a noite toda...voltamos ao banheiro umas 3 vezes e eu chupei o pau dele todas as vezez...ricardo me deu seu telefone e disse que queria ir para um motel comigo no dia seguinte...como o dia seguinte era domingo ficou facil, falei pra minha esposa ia jogar bola com ricardo...e foi que a mulher dele teve a ideia de ficar la em casa esperando nos dois...no outro dia ricardo la pelas 11 da manha chega na minha casa e deixa sua esposa com a minha e vamos direto para um motel, claro que levei uma mochila com as coisas do futebol e ricardo fez o mesmo...meu chegamos no motel ricardo ja foi tirando a roupa e na garagem mesmo eu ja estava chupando seu pau...chupava com vontade, lambia a cabeca, chupava as bolas, o saco, fazia um servico bem feito...ate ricardo me perguntou aonde eu tinha aprendido a chupar assim...eu disse que tinha transado com dois homens ate aquele momento, mas que ja fazia tempo...ricardo tb confessou que tinha transado com homens, entramos pro quarto ja estavamos pelados e eu contiuei chupando o pau dele e foi quando ele quis fazer um 69, aonde eu fiquei por cima chupando o pau dele e ele ora chupava meu pau ora chupava meu cuzinho...nossa tava uma delicia...ricardo falava que queria comeu meu cuzinho, que daquele dia em diante iriamos transar sempre...foi entao que fiquei de 4 e pedi, me come vai...mete esse pau gostoso no meu cuzinho...ricardo nao pensou duas vezes e veio por tras e me enrrabou gostoso, hummmmmmmmmmm que delicia de pau ricardo, mete vai...me come...eu sei que vc quando me via queria me comer, agora come...ricardo ia aumentando o ritmo e fazia cada vez mais forte e rapido...passou a me comer de frango assado, depois em pe...me comia sem do, cavalguei gostoso no pau dele e por fim ele me colocou deitado na cama e veio por cima e enterrou de uma vez...nossa que delicia,ficou mentendo forte ate eu sentir seu pau ficando ainda mais grosso foi quando ele gozou dentro do meu cuzinho...hummmmmmmm, que coisa deliciosa, ricardo gozou muito e deu seu pau pra eu limpar...disse que nunca tinha comido um cuzinho tao gostoso, fomos tomar banho e como nos velhos tempo eudei banho nele todinho e ele em mim...ricardo pediu pra eu gozar na boca dele enquanto ele fazia um boquete no chuveiro...me chupou gostoso ate eu gozar na boca dele...ele disse que nunca deu o cuzinho pra ninguem mas que pra mim ele iria dar, mas nao naquele dia...voltamos pra cama pegamos uma cerveja e logo estava eu chupando o pau dele de novo...ricardo metia seu pau na minha boca como se tivesse comendo uma bucetinha...me colocou de 4 de novo e foi metendo gostoso demorou mais a gozar...ficou me comendo por uns 40 minutos eu gosei oura vez mas sem tocar no meu pau...ricardo anuncia que vai gozar e me manda abrir a boca, eu obedeco e claro e sinto o primeiro jato de porra, depois o segundo e o terceiro...todos dentro da minha boca...ricardo diz...agora engole...eu obedeci e engoli toda a sua porra e ainda chupei seu pau ate ficar limpinho...tomaos outro banho e fomos embora...

Ricardo disse que daquele dia em diante eu seria a sua putinha e que da proxima vez era pra eu ir de calcinha...fomos embora mas antes sujamos nossas roupas de jogar bola, molhamos ela e fomos pra casa...teve mais outras transas...depois dessa eu fui de calcinha como ricardo me pediu...depois eu conto como foi...teve uma transa que levamos um travesti lindo...depois eu conto como foi...